13 junho 2019
13 maio 2019
A VIAGEM DA VIRGEM
Passados 13 anos da edição original (El Pep 2006), eis que chega este mês de Maio 2019 a versão portuguesa do livro VIRGIN´S TRIP. A VIAGEM DA VIRGEM é editada pela portuguesa Escorpião Azul. O lançamento desta edição será no primeiro fim-de-semana do festival de banda desenhada em Beja 2019.
Capa da edição original, da autoria do Sérgio Duque.
Capa da edição portuguesa, da autoria do Rui lacas.
15 abril 2019
03 abril 2019
Nokunoku Tekuta Shikufu
Uma pequena #bd de 32 páginas, para experimentar estas #zig #brush#pen. Quando acabar, opino sobre estas canetas.
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Pronto. Canetas boas para desenhar coisas soltas e sem grande detalhe mas não se aguentam para desenhar pranchas de bd. Pelo menos estas 32 pranchas em formato A3, não aguentaram. Tive de recorrer aos pincéis e aos agrafos. E muito café.
26 março 2019
19 março 2019
4 em 1: Neves e Sousa revisitado
Divulgação da exposição (errata: o nome Darcy está errado. O correcto é Darsy)
http://www.cm-oeiras.pt/pt/agenda/Paginas/neves-sousa-revisitado.aspx
http://www.cm-oeiras.pt/pt/agenda/Paginas/neves-sousa-revisitado.aspx
13 março 2019
Fala-me Do Amor
FALA-ME DO AMOR foi uma exposição de ilustrações originais realizada em 2012 na sex shop Purple Rose na Pensão Amor. Foi um trabalho complementar à exposição AMOR (realizada para as comemorações dos quinhentos e tal anos do Bairro Alto e foi exibida numa mercearia gourmet no Bairro Alto) um Lado B do AMOR. Estas são as sobreviventes dessa exposição. As outras foram vendidas durante esse tempo.
Agora quero vender estas (espero que não sejam revendidas em olx's espalhados pela rede).
Quem quer comprar?
São cartolinas de 220 gramas, com formato entre o A3 e o A4, a tinta-da-china.
07 março 2019
4 em 1: Neves e Sousa revisitado
de 23 de Março 2019 a 25 de Maio 2019, vou ter ilustras inseridas na exposição 4 EM 1: NEVES E SOUSA REVISITADO, na Livraria-Galeria Municipal Verney em Oeiras na companhia dos Grandes Osvaldo Medina, Miguel Santos e Darsy Fernandes.
#angola #oeiras #illustration #art #africa #NevesESousa
18 fevereiro 2019
A VIAGEM DA VIRGEM ou VIRGIN'S TRIP - A primeira para breve e a segunda no já ido 2006
A VIAGEM DA VIRGEM ou na sua versão original VIRGIN'S TRIP, foi um álbum de BD da responsabilidade do Pepedelrey (argumento e desenho), Jorge Coelho (desenho), Rui Gamito (desenho), Rui Lacas (desenho) e do Sérgio Duque (design e animação). Com a cumplicidade do Pedro Vieira de Moura (tradução e prefácio), do Nuno Duarte (revisão e correcção do argumento), do Rui "Fred" Cunha (e músicos convidados, banda sonora original com 16 temas). A versão original era em inglês e brevemente sairá a versão portuguesa.
Copyright das imagens por ordem: Pepedelrey; Jorge Coelho; Rui Gamito; Rui Lacas
Texto do Pedro Vieira Moura publicado no seu lerbd.blogspot.com sobre esta BD:
Um dos mitos mais constantes nos círculos da banda desenhada é o do “autor completo”, isto é, de um autor individual que está na base da criação (e controlo) da “sua” obra, desenhando, escrevendo-a, etc. O primeiro problema desse mito está no facto de que este último “etc.” engloba várias actividades que permitem e levam à existência da própria obra (o seu suporte físico, pelo menos) e que não foram da responsabilidade do autor. O formato, por exemplo, de uma edição, pode alterar a percepção e fruição de uma obra (vejam-se as edições de Le Journal de mon pére de Taniguchi, ou as edições francesa e a norte-americana de L’Ascension de l’Haut-Mal de David B.) Outros pormenores são também fundamentais, e bastaria apontar a colorização dos álbuns em França, que não é feito pelos autores, e que muitas vezes faz ou não emergir importantes matizes de uma “personalidade” da obra final, como exemplo. O segundo problema desse mito é que parece servir de deíctico suficiente de qualidade. Ora, isso não é verdade. E seria ridículo tentarmos aqui apontar ou listar obras que nasceram de trabalhos de colaboração, quatro mãos ou de funções separadas, ou até mesmo de ateliers, e que atingem, de modo satisfatório ou de excelência, a mestria, a fluidez, a legibilidade, a arte, a completude, enfim.Serve isto como introdução ao presente livro pois parece-me não estar em erro que estamos perante um modo de produção que não é muito, se de todo, comum no nosso país. Fruto do trabalho de um atelier, mas sem com isso apontar a uma qualquer espécie de taylorização, este é um livro cuja força criativa, não obstante uma certa cadeia de eventos ou de razões, não recai sobre uma só pessoa. A história e conceito é de uma pessoa (Pepedelrey), que foi transformada na narrativa organizada por outra (Nuno Duarte), depois desenhada por quatro artistas (Pepedelrey, JCoelho, Rui Gamito e Rui Lacas), traduzida para inglês com algumas transformações textuais (eu próprio) e tudo apresentando num pacote de design “slick and smooth” (Sérgio Duque). E ainda existem projectos de animação e de música associados ao projecto. Mas todas estas etapas – tirando a tradução, claro – foram seguramente discutidas entre todos os intervenientes para chegar ao objecto final, que é o livro, que é o texto d’“A Viagem da Virgem”.Tratando-se de uma história que se encaixa segura e facilmente na “ficção científica”, está mais próxima de um trabalho adulto que se encontraria nas histórias curtas Metal Hurlant francesa que qualquer outro tipo de produção. A utilização de todos os elementos que fazem reconhecer esse “género” é, porém, para levar de imediato para outras paragens: estamos perante a discussão de dois companheiros, entre a obsessão de um deles por uma mulher, a qual, como alguém já disse, reescreve o conceito de “mulher-objecto”, e a busca do seu comparsa em entender essa obsessão transformando-a sua e pervertendo-a, não sem antes se repor a ordem desequilibrada. É admirável como a utilização de três artistas, de traços diversos mas que ganham alguma osmose por conviverem num mesmo espaço, e seguindo técnicas e efeitos de cor idênticos, se plasma com a história que está a ser contada, com as etapas dessa história, provocando um sentimento de estranheza, ou até de desconfiança, como diz David Kino, à entrada do livro. O formato oblongo, a vinheta por página (fora certas excepções inventivas), o amarelo-torrado e ocres contrastando com as escalas de cinzentos e os pretos brilhantes, as relações dos textos com os silêncios, e dos mesmos com os desenho, fazem de Virgin’s Trip um gesto algo inusitado neste país, sem preconceitos nem presunções, mas conseguido e que pode servir de lição a quem sofre de inércia... As várias exposições já tidas e a elaborar mostram também um interesse e um domínio existentes, ou nascentes. O facto de estar em inglês é uma estratégia comercial que espero ser de sucesso. Mas só o tempo o dirá, já que os esforços dos autores e editores são reais.
01 fevereiro 2019
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